ASTROS LÓGICOS

ASTROS LÓGICOS(Autoria: Sônia Moura)

Aceite o convite do sol
E cometa loucuras,
Vá viver no mundo da lua

Seja uma estrela de muitas grandezas
Espalhe sua luminosidade com ternura
Depois, aproveite as forças gravitacionais
Faça travessias e também travessuras
É o melhor que você faz

Para sua boca da noite adoçar
Coma um doce bem gostoso
Coberto com um bom punhado de estrelas
E que tenha sido preparado na cozinha da abóboda celeste
E, sem culpa, acrescente colheradas de muitas nebulosas

A seguir descanse calmamente
Sobre um colchão feito com bilhões de estrelas
E, em seguida, vá passear no próximo asteróide

Se o tempo por lá mudar
Abra um guarda-chuva furado
E não se proteja da chuva de estrelas cadentes
(Isto só funciona para quem é crente!)

Lá na frente, naquele planeta brilhante,
Você encontrará o seu amante
Por favor, só não me arranje um amor –meteoro

Mas se isto acontecer, siga o curso celestial
Arrume um vestido novo
Salpicado de muitos Sóis, Luas e Cometas
Então, fuja para uma nova Galáxia
Só tome cuidado com o Buraco Negro,
Não chegue perto, não se arrisque

Ah! quer saber?, se arrisque sim
Vai por mim
E deixe o seu Corpo Celeste
Perder-se em algum ponto do céu noturno
Torne-se radiante,
Enfrente a vida, siga adiante

Vá até a Via Láctea
Beba um copo de leite bem morninho,
Misturado a um bom chocolate
Isto acalma a alma
E nos faz mansos como um passarinho

Depois, pare para ouvir
Os conselhos da Ursa Maior
Brinque com a Ursa Menor
Reze uma Salve Rainha com as Três Marias
Elas são boas companhias

Aproveite a viagem, vá ao Zodíaco
E procure saber o que diz o seu horóscopo
Escreva tudo numa nuvem clara
E preste a atenção no que a vida te prepara

Pegue carona no dorso de Pegasus
E voe num galope até a próxima praça
Faça chiste, faça graça
E dos arreios se desfaça
Não dê confiança à desgraça, tudo passa

Agora, encha a Taça de vinho,
Temperado com o mel das estrelas
E deguste este novo sabor
Enquanto passeia pela selva celeste
Que, lá no céu, não tem este nome não
Chama-se Constelação
Ah! e se Pegasus corcovear demais
Segure-se na Cabeleira de Berenice
Grite por Hércules e siga em frente
Vá refrescar-se na Aurora Boreal
Ela é uma fonte linda e muito legal

Por fim, vá ao Cruzeiro do Sul
Acenda uma Vela
Arrume seu Altar
Faça uma prece
Peça tudo de bom
Acredite que vai conseguir
Pois você merece!
(Do livro:POEMAS EM TRÂNSITO de Sônia Moura)

astros

Amor ou Paixão?

Amor ou Paixão?

(Autoria: SÔNIA MOURA)

Amor ou Paixão

Você sabe bem o que é amor?
Sabe ou prefere ainda rimar amor e dor?

Amor pode ser primo irmão da paixão,
Mas, se o primeiro enobrece,
A segunda embobece
E a confusão se estabelece

Amor ajuda a construir
E também se constrói a dois
Ajuda a  sonhar, a projetar o futuro,

Com o amor, eu juro
Tudo se multiplica, se soma e se divide,
Mas, nunca, nunca mesmo se subtrai

Amor não faz sofrer
Amor faz pensar e perdoar
Porque o amor foi feito para amar
Feito pra rir e não pra chorar

A paixão, ah! a paixão
Queima a alma e o coração,
Não vou negar
Estar apaixonado é bom
Por um tempo
É como se saboreássemos
Uma caixa cheia de bombons

Mas tem uma coisa
Que não se pode esquecer
Paixão é como fogo de palha
Que se espalha, faz fogo,
Faz fumaça
E logo, logo, passa

É claro que você tem direito de escolher
Sofrer ou aprender a viver

Vida é isso que o amor nos dá
Então, criatura, deixe o passado de lado
E viva com alegria, se dê prazer
Jogue fora o que foi paixão
Ela já deu o que tinha que dar
Agora não vale mais nada não

Acredite entre o amor e a paixão
Existe você
E só você desenha a sua paz
Só você constrói sua felicidade,
Acredite, é verdade

Então…

Deixe o amor se estabelecer
Compre ações, abra uma poupança
E deixe o amor render
Você vai ver
A alegria crescer
A felicidade brotar
E aproveite para sonhar
Pois feliz você vai ser!
(Do livro: Poemas em Trânsito de Sônia Moura)

O CONVITE

O Convite
(Autoria: Sônia Moura)

cONVITE DE cASAMENTO


Há quase dois anos Regina namorava Guilherme, conheceram-se durante uma viagem de negócios que fizeram a São Paulo. O tempo passara muito rapidamente, eram os dois anos mais felizes da vida daquela linda morena de cabelos negros e anelados e de grandes olhos azuis.

Guilherme era um jovem executivo que dirigia uma grande empresa em Porto Alegre, enquanto no Rio de Janeiro, Regina exercia as funções de uma executiva tão competente, quanto ocupada.

Eles não se encontravam com a freqüência desejada, pois, além de terem residência em cidades diferentes, ambos viajavam muito. Mas, ainda assim, o namoro ia de vento em popa, o casal parecia feito um para o outro, e, quando estavam juntos, como dois pombinhos, arrulhavam em hotéis pelo Brasil afora, pois dificilmente conseguiam se encontrar em suas cidades.

Vez por outra, Guilherme também viajava à Europa, onde ia visitar seus pais que moravam em Londres, aproveitava para tratar de negócios, participar de congressos e de outros eventos, e, embora Regina também fosse à Europa, a trabalho, não tinham conseguido ir juntos ao velho continente.

Um dia, Regina foi chamada à presidência, fora designada para participar da inauguração da nova filial. Esta notícia foi bem recebida, parecia um milagre, pois Regina iria poder tirar uns dias de folga.

Na verdade, a história não é bem assim, mas a inauguração de mais uma filial na cidade de Moréia e, ali pertinho de Moréia, numa cidade a mais ou menos três horas de viagem, morava Virgínia, uma amiga de infância de Regina, que se casara e fora morar numa cidade chamada Real, assim sendo, a executiva decidiu que, estando tão perto, iria fazer uma visita à amiga e aproveitaria para ficar por lá mais uns dias, além dos quatro dias em que estaria participando da implantação da nova filial.

Naqueles dias, Guilherme estaria em Paris e passaria também um tempo em Londres, visitando os pais. Aliás, pensou Regina, ainda não pude conhecê-los e nem ao restante da família, também, todo mundo morando fora do Brasil, só Guilherme viera para cá, para dirigir a filial de uma das empresas da família, no Brasil.

No aeroporto, Regina e Guilherme despediram-se e tomaram rumos diferentes, ele ia rever a Torre Eiffel e o Big Ben e ela iria conhecer aquela cidade de nome tão estranho – Moréia – e as suas famosas árvores frondosas que, naquela época, estavam floridas, colorindo as ruas, os becos e os quintais das casas, depois, iria cair na Real, quer dizer, iria à cidade chamada Real, a moça riu de seus pensamentos.
Iria descansar naquela pequena cidade e, principalmente, iria respirar o ar puro do campo, beber leite fresco, comer as coisas gostosas da fazenda de Virgínia e João.

Na despedida, Regina sentiu que Guilherme parecia querer falar-lhe algo, mas hesitou e partiu, deixando-a com um longo beijo na boca e com estas palavras a martelar-lhe os ouvidos: -Haja o que houver, lembre-se de que eu amo você! Regina resolveu não pensar muito sobre a hesitação de Guilherme.

Na primeira semana, com a competência de sempre, Regina cumpriu o seu papel, orientou, fiscalizou, definiu estratégias, e, no último dia, à noite, houve uma pequena festa, seguida de um jantar de despedida para o alto escalão da empresa.

Durante a festa, Regina percebeu os olhares interessados que Jorge, um dos gerentes, lançava em sua direção, mesmo lisonjeada, preferiu ignorar, por duas razões: não gostava de misturar trabalho e namoro e, claro, em sua vida, havia Guilherme.

Na manhã seguinte, bem cedo, um carro da empresa estava à disposição para levá-la à cidade Real.

Virgínia e João a esperavam, ansiosos. As amigas abraçaram-se com a força da saudade acumulada, há muito tempo, depois, Regina foi apresentada a alguns empregados da fazenda Confraria que se encarregaram de seus pertences.

Aquele primeiro dia na fazenda serviu, principalmente, para que as amigas atualizarem alguns assuntos, pois, embora se comunicassem por e.amils, msns e telefones, nada substitui o encontro cara-a-cara, olho no olho. E nos momentos seguintes, haveria passeios, risos, beber o leite fresquinho, ver o gado no pasto e desfrutar das coisas boas que existem em uma fazenda como aquela.

As duas eram de famílias abastadas, Regina era a única herdeira de uma família, que dominava o mercado imobiliário, em várias capitais brasileira, além de outros negócios, já Virgínia, assim como João Alberto, era filha de importantes latifundiários, e, ao se casarem, resolveram ir morar no campo; ele veterinário e ela administradora de empresa, ficaram com a Fazenda Confraria para dela cuidar.

Quando Regina falou para Virgínia que ainda não conhecera os pais de Guilherme, a amiga estranhou o fato, mas Regina disse que Guilherme prometera que o encontro entre ela e os pais dele aconteceria em breve.

Na volta do passeio à cachoeira, um lauto almoço aguardava o casal e a amiga, após o almoço, um dos empregados entregou à dona da casa a correspondência que o carteiro deixara pela manhã, pedindo muitas desculpas pelo atraso da entrega.

A dona da casa começou a abrir os envelopes, e disse à amiga: – Desculpe, Regina, mas preciso fazer isso o mais rápido possível, porque aqui o correio, dependendo do tempo, às vezes atrasa, pois fica difícil para o carteiro chegar até aqui. Por exemplo, choveu muito, principalmente nas duas últimas semanas, aí, amiga, ninguém consegue chegar à fazenda.
No meio da correspondência havia um convite em nome do Sr. e Sra. Chusmann Steindorff, sobrenome da família de João Alberto, Virgínia falou: -Deve ser para os pais do João. E colocou o convite sobre o bufê.

À noite, como os pais estavam na Europa, João resolveu abrir o envelope, passou os olhos sobre ele e mostrou- o à mulher, acrescentando:- Papai me falou sobre este casamento, sabedores das dificuldades para se chegar aqui, principalmente nesta época, os pais do noivo entraram em contato com papai e formalizaram o convite por telefone, por isto, meus pais foram para a Europa.

Virgínia admirava detidamente a beleza, o design, a finesse daquele convite de muitíssimo bom gosto, era de fato muito bonito. De repente Virgínia disse: – Olha, a coincidência, Regina, o nome do noivo também é Guilherme.

– Ainda bem que não é o meu, respondeu Regina, rindo fartamente.

Em seguida, todos foram para o varandão jogar conversa fora, olhar o luar, sentir o vento fresco da noite e sentir o cheiro das flores, molhadas pelo orvalho. Lá pelas tantas, ainda surgiu um peão com uma viola, aí a noite se alastrou e demorou muito a passar, ninguém queria ir dormir.

Na madrugada, Regina resolveu escrever em sua agenda, palavras para depois mostrar a Guilherme e começou: Moréia, 23 de setembro…. Falou para si mesma: – Engraçado, Guilherme não entra em contato há três dias, já liguei para o celular, mas ele não atendeu, no escritório de Londres, dizem que ele não está, coisa estranha… Foi dormir e sonhar com Guilherme.

No dia seguinte, enquanto Virgínia dava ordens aos empregados, Regina apanhou o convite para apreciar-lhe a beleza, a cor perolada, era fascinante, abriu-o e lá estava: O Sr. Evanildo Pires Saldanha Istalaff Gadanha e Sra e o Sr.Marcel Euvides de Aurora Lombardo convidam para o casamento de seus filhos Guilherme Francesco e Heidden Tasty a realizar-se às vinte horas do dia 23 de setembro de dois mil e oito, na Igreja… .

Ao voltar para a sala, Virgínia encontrou a amiga desmaiada, enquanto o convite, agora sem nenhum glamour, dormia a seu lado…

(Do livro: Súbitas Presenças de Sônia Moura)

O SEGREDO e O NINJA

O Segredo e o Ninja

(autoria Sônia Moura)



Assistindo a um programa de televisão, no qual, crianças davam significações e significados a palavras,  muitas foram as definições interessantes, mas, uma delas  sobressaiu-se.

E foi sobre o significado da palavra  SEGREDO, que ouvi uma das mais interessantes definições sobre esta palavra , dada por um menininho que deveria ter de seis a sete anos.
Do alto de sua sabedoria infantil, deu-me uma lição sobre como entender a semântica da vida, de forma brilhante. Usou o que via para falar do que sentia, ou seja, de como entendia a palavra segredo, fazendo uma perfeita associação de idéias entre a palavra e a forma como nos são apresentadas as figuras dos ninjas e de seus uniformes (embora outrora fossem azul marinho ou marrom para que ficassem bem escondidnhos).

E como “O Shinobi Shozoku, ou uniforme ninja, tinha por função camuflar o ninja no ambiente, de modo a facilitar a sua “invisibilidade”, esta é, definitivamente, a melhor definição para a palavra SEGREDO.

E, como sabemos, assim como no uniforme dos ninjas, sempre há um lugarzinho por onde o segredo (ou parte dele) aparece.

Eis a fabulosa definição: 

“- Segredo é igual a um  ninja, fica tudo escondido, só fica um pedacinho de nada, bem pequenininho aparecendo.”


Ninja

Voltando à Cozinha…

Hoje eu soube que até a pobrezinha da colher de pau está condenada…

Será que não estão exagerando???

Sei não… Sei não…

Daqui a pouco, não teremos mais defesas orgânicas, pois é tanta “limpeza”, tanto “não pode”, tanto “isto faz mal” que vamos acabar doentes.

Atenção, minha gente, vamos limpar primeiro nossas mentes?

Porque, do jeito que as coisas vão…

Sei não… Sei não…

colheres de pau

ENTRE O BEM E O MAL

Leite com manga

ENTRE O BEM E O MAL

COMER MANGA E TOMAR LEITE FAZ MAL?? Antigamente, bem antigamente mesmo, manga com leite fazia mal… “Manga com leite não causa indigestão nem faz mal à saúde. Essa crença se perpetuou na história, a partir da escravidão. Os senhores de engenho inventaram o mito para impedir que seus escravos não consumissem mangas da propriedade nem tomassem o seu leite”.http://www.pgr.mpf.gov.br/pgr/saude/vc/cienciamito.htm

OVO AUMENTA O COLESTEROL?

Recentemente, bem recentemente, ovo aumentava o colesterol, fazia mal..

“ Desde a descoberta do colesterol, o ovo passou a ser considerado um vilão pois contém mais de 200 mg de colesterol em cada gema (dois terços da ingestão diária recomendada). Porém, estudos apresentados no guia de alimentação da Escola Médica de Harvard comprovaram que acrescentar mais 200 mg de colesterol por dia à alimentação eleva apenas ligeiramente os níveis de colesterol sangüíneo. ‘‘Proibir o ovo não é adequado’’, afirma a professora titular de nutrição da Universidade de Brasília (UnB), Tereza Helena da Cost.” http://www.pgr.mpf.gov.br/pgr/saude/vc/cienciamito.htm

O que faz mal? O que faz bem? Quando faz mal? Quando faz bem?

Sei não… Sei não… ovo


Sei não, mas será que  “o fazer bem e o fazer mal” estão ligados a certos interesses? SEI NÃO… SEI NÃO…

DOMINGO, BOM DIA?

Domingo

Domingo, bom dia? (Autoria: SÔNIA MOURA)

Escuro,
Frio,
Vazio.
Domingo –
Dia de festa
Ou de solidão?

Dizem que domingo
Todos estão
Com um pé na alegria
Mas,
O meu coração

Pede alegria
Ao menos neste dia

Onde está, então,
Esta tal alegria
Do domingo feliz
Que é da cor de anil
Onde está?
Quem a viu?

A alegria sumiu?
Ou
Saiu por aí
Andando ao léu?

Hoje é domingo
Cadê a alegria?
Cadê companhia?
Cadê emoção?

Por favor, quem souber,
Responda bem rápido
Para acalmar o meu coração

(Do livro POEMAS EM TRÂNSITO de Sônia Moura)

Na cozinha ou na mesa brasileira…

                     Feijão com arroz

Na cozinha ou na mesa brasileira…
(Autoria: Sônia Moura)

Antigamente, mas, nem tão antigamente assim, na cozinha ou na mesa brasileira…

· Quando se coava um café, no coador de pano, o cheiro ia longe, bem longe…
· O Café com leite tinha um gostinho bom, mas bom que só…
· O leite tinha uma nata grossa que virava manteiga, saborosa…
· Em toda casa, modesta ou não, comia-se ensopadinho, praticamente todos os dias da semana, menos domingo, claro, uma delícia…
· Um bom anguzinho também era bem-vindo às mesas brasileiras, bom…
· Podíamos fritar o ovo numa manteiguinha e regá-lo com a mesma, fantástico…
· Mais fantástico ainda, o ovo molhinho era comido com um arroz bem refogadinho, na banha e, mais recentemente no óleo, hummm….
· Após o almoço e jantar, sempre comíamos uma sobremesa, geralmente, um docinho feito em casa ou uma fruta brasileira, gostosos…
· No lanchinho da tarde, podíamos comer bolo e biscoito, todo dia, oh! Maravilha…
· Aos domingos, macarronada com bastante molho, saborosa…
· Também aos domingos, a galinha poderia ser à cabidela ou ensopada, maravilhosa…
· Desde pequenos, comíamos mingaus variados, que bom…
· Carne de porco era farta na mesa brasileira, era só pingar um limãozinho, bommm…
· Refrigerante? qual! No almoço ou no jantar,  bebíamos  um refresco gostoso, feito em casa, tempo bom…
· Em qualquer cozinha, lá estava a lata de gordura de porco com uma baita lingüiça dentro, engraçado…
· Rabada com agrião, mocotó, feijoada, não eram pecado não…
· Uma farofinha com torresmo sempre era bem-vinda, sempre…
· Feijão com arroz não era proibido, era o prato preferido, amado, dupla brasileira saborosíssima…

Agora eu pergunto: O que foi feito da cozinha nacional, se agora tudo isto (ou quase tudo )
“ faz mal”???

PERSISTÊNCIA, TEIMOSIA OU RESISTÊNCIA?

Corações

PERSISTÊNCIA, TEIMOSIA OU RESISTÊNCIA?
Nepalês abandonado 24 vezes comemora 25º casamento

[Surenda Phuyal] http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc

Ramchandra Katuwal, de 49 anos, da cidade de Sankhuwasava (a 600 quilômetros a leste da capital, Katmandu), recentemente comemorou sete anos de casamento com sua 25ª esposa, Sharada. De acordo com Katuwal, o 25º casamento tem sido uma “jornada de felicidade”.

De acordo com Katuwal, o 25º casamento tem sido uma “jornada de felicidade”. O nepalês diz que a maioria das outras mulheres com quem foi casado antes fugiu com amantes.
O carregador é muito pobre e sua pequena casa foi construída em um terreno de propriedade do governo do Nepal.
Katuwal afirma que sua constante luta contra a pobreza pode ter contribuído para a fuga das outras 24 esposas.Katuwal se casou pela primeira vez aos 26 anos, mas a primeira esposa deu início a um padrão que se repetiria várias vezes: fugiu com o amante.
“Minha segunda esposa também fugiu, e a terceira também”, afirmou o carregador.”A 24ª também fugiu, e eu decidi não me casar novamente”, conta o nepalês.Katuwal afirma que sua constante luta contra a pobreza pode ter contribuído para a fuga das outras 24 esposas.

RESISTÊNCIA

Vejam a persistência do senhor Ramchandra Katuwal: casou-se 25 vezes, isto depois de ser abandonado, traído por suas ex-mulheres e trocado por outros 24 vezes, isto mesmo, vinte e quatro vezes.
Desta vez, diz ele, o casamento é uma “jornada de felicidade”.Mas…Observem o nome da esposa do senhor Ramchandra: Sharada. Para nós, falantes da língua portuguesa, foneticamente, não há diferença entre o nome da senhora Katuwal e a palavra charada, que, em bom português, significa: engima, portanto, como se diz cá na terrinha: Senhor Ramchandra, abra o olho!!!

www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc – VIA – WWW.NIU.COM.BR

(Má)drasta!!???

Madrasta de garotos esquartejados é indiciada por homicídio
Por Luísa Brito – Do G1, em São Paulo 

Garotos foram mortos na sexta-feira (5) em Ribeirão Pires, na Grande SP. 

A madrasta dos garotos asfixiados e esquartejados em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, foi indiciada nesta segunda-feira (8) por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O pai das crianças ainda será interrogado oficialmente pela Polícia Civil. Os dois tiveram a prisão temporária decretada por 30 dias.

O pai das crianças ainda será interrogado oficialmente, mas segue preso.

[http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo – VIA – www.niu.com.br]

madrasta

Será que os criadores dos CONTOS DE FADAS estavam certos?

Eu sei que não, pois já conheci madrastas que são BOASdrastas, ou melhor, ÓTIMASdrastas, pelo menos, as madrastas das  histórias que conheço, estas são, verdadeiramente, mães.

A verdade é que estas (má)drastas e estes “pais”(???), que matam, asfixiam, esfolam, esquartejam crianças  ou as  jogam pela janela,  são pessoas do mal, e, em qualquer circunstância, cometeriam crimes bárbaros .

Esta gente não tem alma, são ocos, sem coração e sem miolos, usam máscaras. São tristes fantasias de seres humanos, nem chegam aos pés de qualquer animal, dito irracional.

Ah! só Deus para apiedar-se destas almas perdidas. 

                                                                                                       Camaleão