DURA LEX!

DURA LEX


Inglês leva multa de R$ 450 por dirigir carro com placa ‘beijos’Graham Moore corria o risco de pegar até cinco anos de prisão.
Placa do carro foi alterada para se ler bisous (beijos em francês).

[http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro.html]

O britânico Graham Moore, de 60 anos, que conduzia um carro com uma placa modificada para ler “beijos” em francês, foi multado em 150 euros (cerca de R$ 450) por um tribunal francês na quinta-feira (5).

Graham Moore, quer mora no condado de Yorkshire, no norte da Inglaterra, corria o risco de pegar até cinco anos de prisão por dirigir com uma placa que foi alterada de B18OUS para Bisous (beijos em francês).beijos

Claro que “DURA LEX, SED LEX!”, mas achei demais a pena imputada a este cidadão, apenas por conta de BISOUS (BEIJOS), que geralmente são a representação do amor, da paixão, da alegria, do prazer, da sensualidade, da doçura. Tenham paciência…

Já sei que muitos dirão, lá não é como aqui, onde  tudo vale. Será?

Bem, como para um texto há diversas formas de leitura, pode ser que as autoridades locais tenham entendido que estes beijos eram beijos de traição, iguais àquele que Judas deu em Jesus.

É só pode ser isto!

LEI

CINZAS

                         CINZAS

CINZAS (Autoria: Sônia Moura)

É quarta-feira, mas não uma quarta-feira qualquer, é quarta –feira de Cinzas. Acabou o carnaval, tiramos as fantasias, tiramos as máscaras, calaram-se os tambores, tamborins, agogôs e pandeiros. Descansam a passita, a porta-bandeira e o mestre-sala, descansa o folião de rua.

Que bom seria se todos tirássemos nossas máscaras cruéis da hipocrisia e dos preconceitos, mas que deixássemos, o ano todo, as máscaras dos palhaços, dos médicos, dos personagens, que se apresentam em seus respectivos palcos, para o bem de todos.

É quarta-feira de Cinzas só não vale deixar  virarem  cinzas nossos sonhos, nossas fantasias, nossas ilusões, nossas esperanças e nossas certezas.

Agora começa, de fato, o ano novo, então: FELIZ ANO NOVO!

CINZA

DROGAS PONTUALIZADAS

                                                                   PONTO DE EXCLAMAÇÃO

DROGAS PONTUALIZADAS [por Sônia Moura]

Assisto a um programa que mostra  diversas drogas, das mais variadas e alucinógenas possíveis e, diz a reportagem, são comuns em um tipo de festa, em todo o Brasil.

Não só nestas festas, mas em diferenciados momentos, todas as formas de loucuras e riscos são apresentadas, por meio de cápsulas, comprimidos, líquidos, ácidos ou pó.

Toda esta ilusão é colocada à disposição de pessoas, quase sempre jovens, ávidos por aventurar-se num mundo desconhecido, quando são estimulados a entrarem no vácuo da esperança vazia, acreditando que suas vidas ficarão mais coloridas.

No entanto, é sabido que dentro do plano da ilusão fugaz, a droga proporciona algo mais, como prolongamento do falso prazer, por outro lado, o que não é dito ao jovem é que este prazer alongado se perde no meio do caminho e transforma-se em dor e desespero, pois, por produzir a interrupção do pensamento, a droga provoca hesitação e/ou excitação e, em ambos os casos, a droga só serve mesmo para realçar a ilusão.

E pensar-se que tudo começa como uma simples vírgula que serve para separar a realidade e a fantasia, ressaltando na segunda o seu poder ilusório de um prazer eterno.

Depois, vem o ponto e vírgula, quando, a cada uso que se faz da droga, a sensação de separação entre o certo e o errado, entre a realidade e a fantasia, entre o amor e o desamor, é largamente aumentada.

Em seguida, o consumidor de drogas tenta justificar o uso desta por falsas enunciações, entram em cena os dois pontos: “Não vou me viciar, fumo/cheiro/inalo/aplico só por brincadeira, largo quando eu quiser, só quero sentir o gostinho, a sensação da alegria e do prazer.”

Então, entra em cena o ponto de exclamação, quando, estupefatos, os pais descobrem que seu filho embarcou em viagens com trágico fim, ao conhecer o mundo das drogas.

Logo depois, vem o ponto de interrogação quando os pais sentem-se culpados e se perguntam: Onde foi que eu errei?
As ilusões são tão frágeis e breves quanto à juventude, enquanto as drogas são como reticências que provocam a suspensão do pensamento ou a interrupção da vida.

Às vezes, ainda há tempo para que o jovem seja salvo deste mundo de ilusões reticentes, mas, na maioria dos casos, a droga dá um ponto final a uma vida que poderia ser pontuada de alegrias e vitórias.

alucinação

ENCANTADORA DE CORAÇÕES

ENCANTADORA DE CORAÇÕES (por: Sônia Moura)

Fui à festa de aniversário de minha amiga Sueli, que, para nós é somente Su ou Sussu. Bela festa, polvilhada pelos sorrisos e abraços verdadeiros de amigos também verdadeiros.
Muita música, muita dança e muita alegria, tudo isto regado a comes e bebes de primeira qualidade.
Neste dia, eu não estava bem, não estava sequer com vontade de sair de casa, mas como deixar de aceitar tão amável convite? Como deixar de comparecer à festa de aniversário da queridíssima Sueli?

Impossível, eu não me perdoaria. Fui, gostei e gratifiquei-me.
Sueli não é daquelas amigas se vê todo dia ou toda semana. Sueli é uma amiga com quem me encontro, geralmente,  uma vez por ano.

No entanto, como é uma pessoa muito, mas muito especial,  consegue envolver a todos em laços de amizade forte e sincera, encantando a todos, com sua ternura e bom humor, o tempo curva-se ante o seu poder de conquistar os amigos e mantê-los.
Ao final da festa, aqueles que assim o desejassem, diriam algumas palavras homenageando a aniversariante.
Eu não havia pensado em nada, porém, quando o microfone ficou à disposição dos convidados, apresentei-me para prestar minha homenagem à querida Sueli e, sinceramente, as palavras que saíram foram de beleza e de uma honestidade que até brinquei com alguns amigos , dizendo que havia “baixado um santo poeta,” que me inspirou a dizer o que disse, levando-me às lágrimas.
Eis o brevíssimo pronunciamento:

“Quero deixar um abraço recheado de alegria à maior encantadora de corações que eu conheço: Sueli”

Encantadora de corações

RIQUEZA IMAGÍSTICA

RIQUEZA IMAGÍSTICA  (por Sônia Moura)

Hoje, nesta manhã carioca, lindamente ensolarada, o cansaço acumulado por dias de trabalho árduo, porém profícuo, deixo-me estar, tal qual Linda Inês, posta em sossego.

Para me fazer companhia, tenho a televisão. Assisto a um bom programa: Globo Rural e sou apresentada a mais uma espécie de ave em extinção: a Arara Azul de Lear.

“A arara-azul-de-Lear é típica da região de Canudos e Jeremoabo, no Estado da Bahia. A ave utiliza os paredões de arenito como abrigo e se alimenta da palmeira Licuri. Atualmente, esta espécie é constantemente ameaçada pela ação de caçadores e traficantes de animais silvestres. “Ela não tem predadores naturais a não ser o homem”, diz Figueiredo.” [ http://www.faunabrasil.com.br

Arara azul

“ … ela não tem predadores naturais, a não ser o homem”. ..a não ser o homem! …a não ser o homem! Acho que nem precisamos consultar nossos ancestrais para entender que a destruição das espécieis, se dá unicamente pela ganância e pelo desejo do ganho fácil e incontrolável.

Se quisermos ir além ou aquém dos fatos, podemos construir uma imagem desta terrível conjunção: dinheiro e destruição das espécieis, seguindo os passos da significação para a forma “dinheiro vivo”, traduz-se por : “pagar em espécie”.

Apesar desta insanidade, permito-me sonhar, viajando por concepções junguianas, as quais dizem que todo pensamento imaginário não passa de uma tomada de consciência de arquétipos ancestrais, pois todas são “imagens primordiais”.

Assim sendo, deixo que estas imagens se manifestem em forma de fantasia, para que possam revelar-me alguns segredos do passado, que se perpetuam e  se mostram no presente.

Para captar a beleza de uma das características deste grupo, sirvo-me do campo simbólico, criado por belíssimas imagens e pelas palavras do biólogo, que afirma ao repórter:

“Esta ave, quando escolhe o seu parceiro, é para sempre e, a partir deste instante, eles estarão eternamente juntos, em qualquer situação.”

E as figuras que a tv nos mostra são a confirmação do que disse o biólogo, são a imagem de um casal enamorado, aves que parecem perder-se em beijos, num momento de profunda consagração à vida, que o homem insiste em lhes roubar.

arara azul

Então, simbolicamente, todos os encantos do amor se manifestam para mim, são asas que se alteiam e se abaixam, em forma de véus esvoaçantes, num ritual de amor, guardado pelos genes da ancestralidade, o qual se repete, através do ritual da vida.

Depois, banhados por luzes e cores do amor eterno e deslizando por um céu “ancestral”, os casais saem em vôo duplo, e deixam-me, de presente, riquezas imagísticas, para coroar o majestoso domingo.

riqueza imagística

FACA DE DOIS GUMES

FACA DE DOIS GUMES (por Sônia Moura)

Jornal da era nazista volta às bancas na Alemanha [Marcio Damasceno (De Berlim para a BBC Brasil)]

Hitler voltou às primeiras páginas de jornais na Alemanha. A responsável por isso é uma editora britânica, que está lançando esta semana nas bancas do país uma série de edições originais de jornais alemães da era nazista. Entre elas, a reimpressão do diário nazista Der Angriff (O Ataque), fundado em 1927 por Joseph Goebbels, futuro ministro da Propaganda do Terceiro Reich.

(…)Charlotte Knobloch, presidente do Conselho Central Judaico na Alemanha, advertiu que “se os jornais e a propaganda nazista, publicados de forma claramente destacada dos comentários históricos, forem percebidos isoladamente, a experiência pode ser fatal”.A redatora-chefe da publicação, a historiadora Sandra Paweronschitz, diz que Zeitungszeugen deve contribuir para uma discussão equilibrada sobre o tempo nazista.A editora está lançando os jornais com um generoso suplemento informativo, incluindo artigos e análises de historiadores renomados, enfocando a época do Terceiro Reich.(…)Livros e matérias sobre o Terceiro Reich têm vendido bem na Alemanha. Para se ter uma idéia, as edições mais vendidas da respeitada revista alemã Der Spiegel costumam ser aquelas trazendo Adolf Hitler na capa.

Compilado do site:
http://www.multivita.com.br/niu/show.phtml/alemanhajornalnazismo_md.shtml

É provável que a intenção dos editores seja retomar o fato histórico, para que sirva como fonte de informação e de estudo, para que o mundo não se esqueça de que barbáries, como as praticadas pelo nazismo, não devem se repetir.

Por outro lado, (queira Deus estejamos enganados) quem sabe estas reedições despertem/reforcem/estimulem mentes insanas a reviverem o terror de outrora, que deixou marcas indeléveis, assinalando este período da história da humanidade, como um dos mais cruéis e degrandantes.

(Oxalá o mundo acorde e este quadro que, a cada dia, se expande na Faixa de Gaza seja contido, antes que seja tarde demais e coloquemos mais nódas em nossa história. Adotemos a PAZ!.)

Guerra e Paz!

(IN)Justiça

(IN) JUSTIÇA

Mesmo que neguem a história ou parte dela, “contra fatos, não há argumentos”, eis uma parte da história do Dr. Hamilton Naki. Ao lê-la, percebemos o quanto precisamos evoluir no campo espiritual.

Rica-pobre humanidade que é, ao mesmo tempo, agraciada com a genialidade do Dr. Naki e, por outro lado, pensa que um imbecil apartheid conseguiria apagar o brilho de um gênio, cuja luz transcendeu a todo preconceito e ignorância espiritual e brilhou… brilhou… brilhou… e brilhará sempre!

genio

Hamilton Naki: o gênio esquecido [por Sheila Machado]Segregação escondeu sul-africano negro, autodidata, que ajudou o cirurgião Christiaan Barnard a realizar o 1º transplante de coração da história,que foi realizado na África do Sul, em 3 de dezembro de 1967.
Em pleno apartheid – o regime segregacionista branco que oprimia os negros – o cirurgião Christiaan Barnard ganhou fama por conduzir a histórica equipe da qual, surpreendentemente, um negro fazia parte.
Hamilton Naki ajudou a retirar o coração da doadora, Denise Darvall, e preparou-o para ser transplantado no peito de Louis Washkansky. A história permaneceu secreta por 24 anos e ainda guarda detalhes contraditórios, após a morte de Naki, em 29 de maio de 2005.

(…)

A verdade só começou a aparecer em 1991 – um ano depois do fim do regime –, quando o próprio Barnard contou para um cineasta que havia pedido ao hospital que Naki integrasse a equipe. Mesmo sendo proibido oficialmente, a Universidade da Cidade do Cabo e a direção da clínica permitiram. O cirurgião estava encantado com a habilidade do negro com o bisturi, após anos de prática em transplante em animais – estudo para o ato cardíaco.

Mas Naki não tinha estudado Medicina, nem podia trabalhar no centro cirúrgico. No apartheid, negros eram proibidos de tocar o corpo ou o sangue de brancos. O “jardineiro” passou a receber salário de assistente de laboratório – o máximo permitido para um negro, sem diploma.

(…)

O que não deixa de ser uma correção histórica. Na noite do transplante, enquanto Barnard recebia os louros, Naki foi para casa – sem luz e água corrente – no gueto de Langa. E ficou quieto ao ler nos jornais as repercussões do avanço científico que ajudou a impulsionar. Mas sem reclamar.

– Temos que aceitar aqueles dias, não tinha outro jeito. Era a lei desta terra – afirmou, já na década de 90.

Em reconhecimento, anos após o fim do apartheid (em 1990), Naki recebeu a Ordem de Mapungubwe, a mais importante honraria da África do Sul. E pouco tempo antes de sua morte, em 29 de maio, um diploma honorário de Medicina.

A sala do hospital Groote Schuur onde foi realizado o transplante se tornou um museu. E exibe a foto de Hamilton Naki, a quem os nativos consideram um herói.
http://jbonline.terra.com.br/jb/internacional

FELICIDADE

Felicidade (Autoria: Sônia Moura)

“Ser feliz é tudo que se quer…”


Há dias, este verso da bela canção, intitulada “Paixão”, de Kleiton e Kledir, não sai da minha cabeça e martela, com suavidade, a minha vontade multiplicada neste início de 2009.

Talvez alguém envie a sugestão para que Freud e outros sejam conclamados para explicar esta insistente visita a meus pensamentos deste verso singelo, mas profundo: “Ser feliz é tudo que se quer…”.

Não creio que seja preciso incomodar os psicólogos, filósofos, cardeais e os reis e rainhas.

Escutemos somente a voz dos poetas e deixemos em paz os doutores das leis, das ciências, das teologias e os reis e rainhas, pois…

“Ser feliz é tudo que se quer…”

Felicidade

JESUS NASCEU!

                                           JESUS

JESUS NASCEU!

LIMA (Reuters) – Virgem Maria, uma peruana de 20 anos, deu à luz um menino no dia de Natal e batizou-o de Jesus, disse a agência oficial do Peru na sexta-feira.O pai do bebê, Adolfo Jorge Huamani, 24, é carpinteiro. Peruanos o compararam a São José, que também era carpinteiro.”Dois mil anos depois, a história de Belém é vivida novamente,” dizia a manchete do El Comercio, principal jornal do Peru, que é um país predominantemente católico.A mãe, Virgem Maria Huarcaya, deu à luz o menino de 3,5 kg, Jesus Emanuel, nas primeiras horas do dia de Natal, na maternidade central de Lima, a capital.

“Há alguns dias, decidimos dar o nome de um jogador de futebol a meu filho,” disse o pai. “Mas graças a esta coincidência feliz, as coisas terminaram assim.”

(Reportagem de Terry Wade)

[Compilado do site: http://br.reuters.com/article/worldNews – VIA – www.niu.com.br]

                                                           

Este fato pode ser considerado como uma simples “coincidência”, como declarou José, o pai de Jesus (embora alguns digam que coincidência não existe), pode ser uma “armação” jornalística (ou seja, uma notícia falsa) ou ainda, se a criança não nasceu de parto normal, a cesariana pode ter sido marcada propositalmente para esta data.

Mas, sinceramente, eu desejo que esta seja uma notícia limpa e verdadeira, pois, estamos vivendo as emoções do natal e um milagre como este é muito bem – vindo.

Então, entoemos loas ao Senhor, pois   JESUS NASCEU!

                                                    JESUS

FELIZ NATAL! FELIZ NATAL!

                                          NATAL

É NATAL! (Autoria: Sônia Moura)

Era uma vez uma menininha que morava num vilarejo muito, mas muito tranqüilo. Neste lugar, as noites eram muito, mas muito mais claras e belas.

Após o jantar, a menininha gostava sentar no quintal e lá ficar conversando com as estrelas.

Um dia, a menininha estava conversando com a estrela Safira, sua estrela preferida, a quem ela chamava madrinha, quando viu uma “estrela” muito diferente.

Encantada, a menina perguntou à Safira qual o nome daquela estrela que brilhava tanto, tanto, tanto…?
Safira disse: -O nome dela é natal!

– Nossa, como ela brilha! Safira, por que Natal tem este brilho muito, mas muito, muito especial. (A menina adorava repetir: “muito, mas muito”, era o jeito dela).

Safira sorriu para a menininha, lançou um brilho especial sobre o quintal da casa dela e falou:

– Querida, este brilho que Natal emana é o brilho do amor, da paz, da generosidade, da alegria, do congraçamento e da emoção. Ele nasce aí na terra e é tão forte que sobe, sobe até alcançar a estrela Natal, que é responsável para espalhá-lo por todos os cantos deste imenso universo.

– Mas será que todos acreditam no poder desta noite?, perguntou a menina.

E Safira respondeu:

– -Não sei dizer, só sei que o brilho desta noite, que a estrela Natal distribui, é para todos.

Depois, Safira sorriu e pediu a menininha para, junto com ela, homenagear a estrela com o brilho especial dizendo bem alto:

– FELIZ NATAL! FELIZ NATAL!

ESTA TAMBÉM É A NOSSA MENSAGEM AOS  QUE VISITAM ESTE SITE: FELIZ NATAL!

                                        

                                                                              natal feliz