“Uma jovem de 15 anos havia sido presa com vários homens que a violentaram, em uma cela de Abaetetuba.”
“Um adolescente de 16 anos com deficiência mental foi estuprado por vários presos na prisão de São Miguel do Guamá“, cidade situada cerca de 260 quilômetros a oeste de Belém.
O sangue e as lágrimas escorrem pesarosos.
Quem dera ESTE HORROR fosse apenas um dos mais absurdos e horrendos pesadelos. Mas não, isto é verdade, aconteceu mesmo e…
E… o que será feito contra esta barbárie?
TRISTEZA! TRISTEZA! TRISTEZA!
Queira Deus não tenham esfacelado as almas dessas crianças a tal ponto que não se consiga salvá-las, pois seus corpos já se encontram mutilados.
HORROR! HORROR! HORROR!
Tantas pessoas envolvidas, tantos sabiam o que estava (ou está, quem sabe?) acontecendo. Gente que tem o DEVER e o DIREITO de proteger a população e compactua com esta INSANIDADE.
Homens e mulheres poderosos e que nada fazem, pois, os estuprados, humilhados, injustiçados são apenas “filhos dos outros” e, principalmente, são “POBRES”.
VALEI-NOS DEUS! É o fim!
Atenção!
De repente, os versos de uma canção infantil espalharam-se pelo mundo. Os versos eram repetidos por todos os continentes e nos mais diversos idiomas.



O som oco do eco era ouvido como se fosse aço
Vejam como a máscara pode servir a dois propósitos tão diferentes:
Angelina era uma moça tão doce, mas tão doce, que alguns diziam que sua doçura chegava a enjoar. Mas Angelina era assim mesmo, parecia viver em outro mundo, não se enquadrava nos ditames dos novos tempos, que ela achava serem tão frios. E assim seguia a vida.