CONSELHOS DE UM ORÁCULO

 CONSELHOS DE UM ORÁCULO

CONSELHOS DE UM ORÁCULO

Ontem, um oráculo me veio em sonho e me aconselhou:

1 – Não confie em pessoas que ajam deste modo:

Mesmo que você lhes faça o maior dos favores, lhes devote amizade e esteja sempre pronto a ajudá-las – elas nunca lhe dizem: Obrigada!

2 – Não confie em pessoas que:

Nunca dirigem uma palavra de carinho ou um elogio a outrem, e, ainda que você esteja resplandecente, estonteante e feliz, não adianta, este tipo de gente finge não enxergar o outro, só elas podem brilhar.

3 – E, principalmente:

Nunca, mas nunca mesmo, confie em pessoas que não apresentem um sorriso franco.

Isto posto, disse o oráculo, a seleção natural se encarregará de mostrar a você os verdadeiros amigos.

CONSELHOS DE UM ORÁCULO

ÁRVORE GENEALÓGICA

 árvore genealógica

Árvore Genealógica  (por SÔNIA MOURA)

Sempre caminhei sozinha.
Desde cedo me faltaram raízes, para eu me sustentar; não tive galhos, para me abraçar; voaram para bem longe as folhas, as quais me dariam a luz, para meu caminho iluminar e faltou-me o ar, para que eu pudesse lutar com mais força.
Ainda assim eu fui à luta, pois me restaram as flores, que me permitiram sonhar, ficou o robusto tronco, que me ajudou a ser forte, resistente e principalmente me ajudou a não desistir, depois de tanto abandono, houve a recompensa e me nasceram frutos, para que eu pudesse me recomeçar.

(Do livro: COISAS DE MULHER de Sônia Moura)

ÁRVORE GENEALÓGICA

CONTANDO HISTÓRIAS por meio de linguagens variadas

 contando histórias

CONTANDO HISTÓRIAS por meio de linguagens variadas

O homem sempre gostou de contar suas histórias e, é através da oralidade, do desenho, da música, da dança ou da representação teatral, entre outros modos de expressão, que a história da humanidade se perpetua. Assim, valendo-se das mais diversas formas de linguagem, o homem faz o registro de sua história.
Desde o tempo das cavernas, o homem já eternizava suas histórias por meio de desenhos, e, entre eles, pesquisadores encontraram desenhos que simulavam movimentos. Esses desenhos nos levam a concluir que o homem sempre desejou captar os movimentos na representação figurativa dos desenhos que fazia. Por exemplo, em Altamira, na Espanha, um desenho com mais de 12 mil anos, mostra um bisão, que apresenta 8 patas, como se o autor tentasse decompor o movimento.
Vamos encontrar outra confirmação do desejo manifesto do homem de contar e registrar a sua história através da imagem em movimento, por meio das famosas sombras chinesas, que não passavam de silhuetas projetadas numa parede ou tela, conhecidas na China, 5.000 anos antes de Cristo.
Outro recurso artístico, empregado na arte de contar histórias, foi a lanterna mágica – projetor de imagens fixas- um dos jogos óticos precursores do cinema, o qual funcionava mediante iluminação a vela ou a acetileno, com imagens desenhadas sobre placas de vidro.
No século XVIII a lanterna mágica do alemão Athanasius Kircher composta de uma caixa, uma fonte de luz e lentes que enviavam imagem para uma tela.
Chegamos ao século XIX, quando a fotografia passa a ser uma nova forma artística de registro histórico.
No século vinte, a nova forma de produção artística é o cinema, arte multiplicadora social que mais tarde, juntamente com a televisão, passa a ser considerada como “cultura de massa”.
No que se refere ao cinema e à sua história, 28 de Dezembro de 1895 é uma data especial, pois, neste dia, no Salão Grand Café, em Paris, os Irmãos Lumière fizeram uma apresentação pública dos produtos de seu invento ao qual chamaram Cinematógrafo.
É toda esta evolução das diversas representações artísticas que permite a recriação da realidade ou a criação suprarealidade, uma vez que, por meio delas, nasce aquilo que, normalmente, classificamos como ficção, mostrando que, através da fantasia, criam-se imagens carregadas de polivalências significativas e é isso que enriquece o valor simbólico e as diferentes leituras que da realidade se pode fazer.

contando histórias

DESABAFO

 DESABAFO

DESABAFO  (por Sônia Moura)

 

 Só agora neste novo encontro

Vejo que sempre te amei, mesmo à distância,

Em meus sonhos e em meus pensamentos

Amei-te  de todas as maneiras

 

Descubro isto agora…

Parece brincadeira

Que  mundo louco, cheio de maldade

Depois de tanto tempo, revelo-me em teus braços

E tu me vês  plena, fêmea, inteira

 

Descobres isto agora…

Parece brincadeira

 

(Do livro: Entre Beijos e Vinhos de Sônia Moura)

 DESABAFO