{"id":963,"date":"2009-10-25T11:20:14","date_gmt":"2009-10-25T15:20:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=963"},"modified":"2009-11-13T16:14:09","modified_gmt":"2009-11-13T20:14:09","slug":"a-linguagem-e-o-ensino","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=963","title":{"rendered":"A LINGUAGEM E O ENSINO"},"content":{"rendered":"<p><a title=\"A LINGUAGEM E O ENSINO\" href=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/teatro21.jpg\"><img alt=\"A LINGUAGEM E O ENSINO\" src=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/teatro21.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>A LINGUAGEM E O ENSINO (Autoria:S\u00d4NIA MOURA)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%\" class=\"MsoNormal\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Tomando como as  principais correntes dos estudos ling\u00fc\u00edsticos,<span>\u00a0  <\/span>a gram\u00e1tica tradicional, o estruturalismo e a ling\u00fc\u00edstica da enuncia\u00e7\u00e3o,  podemos<span>\u00a0 <\/span>definir a linguagem como express\u00e3o  de pensamento, instrumento de comunica\u00e7\u00e3o, modo de intera\u00e7\u00e3o e\/ou representa\u00e7\u00e3o  art\u00edstica, sem perder de vista o sujeito do discurso, as identidades  individuais e\/ou coletivas e as experi\u00eancias culturais.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 32.55pt; line-height: 150%\" class=\"MsoNormal\">Ao colocarmos em destaque a linguagem, este sistema  de signos que serve de meio de comunica\u00e7\u00e3o e para expressarmos sentimentos,  seja ela formada por signos convencionais, visuais, sonoros, gr\u00e1ficos ou  gestuais, signos estes que nos orientam e nos ajudam a distinguir as v\u00e1rias  esp\u00e9cies de linguagem, das mais simples \u00e0s mais complexas destacando, tamb\u00e9m,  os elementos constitutivos da linguagem: <span style=\"color: #ff6600\"><span>\u00a0<\/span><\/span>gestos, sinais, sons, s\u00edmbolos,<span>\u00a0 <\/span>palavras, usados na arte de representar, colocaremos\u00a0em destaque a linguagem teatral, como  pr\u00e1tica pedag\u00f3gica, atrav\u00e9s do embasamento t\u00e9cnico da linguagem teatral  (prepara\u00e7\u00e3o vocal e corporal, instrumentaliza\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-pr\u00e1tica), cria\u00e7\u00e3o  est\u00e9tica (constru\u00e7\u00e3o da personagem, movimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica, procura da  expressividade do texto); buscando entender quais s\u00e3o os recursos que s\u00e3o  espec\u00edficos do teatro e que favorecem um redimensionamento do homem em seu  universo<span style=\"color: #ff6600\">. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 32.55pt; line-height: 150%\" class=\"MsoNormal\">Desenvolveremos um estudo da arte, do homem e da  sociedade desde os prim\u00f3rdios at\u00e9 nossos dias, para acompanharmos a mudan\u00e7a  destes atrav\u00e9s dos tempos e entendermos como veio a realizar-se o desenraizamento,  a fragmenta\u00e7\u00e3o, a aliena\u00e7\u00e3o do homem moderno e os reflexos disso na arte.  Defendemos a id\u00e9ia que h\u00e1 um potencial na linguagem teatral que ultrapassa a  experi\u00eancia existencial cotidiana e permite uma \u201cre-liga\u00e7\u00e3o\u201d com os outros, os  grupos e a cultura a que pertence; refletimos sobre algumas experi\u00eancias que  desenvolvemos com o teatro voltado para a transforma\u00e7\u00e3o da pessoa humana.<\/p>\n<p class=\"MsoBlockText\">Discutir e expor a aplica\u00e7\u00e3o de uma proposta metodol\u00f3gica  para o trabalho pedag\u00f3gico, por meio da<span>\u00a0  <\/span>linguagem teatral, focalizando de modo privilegiado o desenvolvimento  cultural e<span>\u00a0 <\/span>sinalizando a import\u00e2ncia e  o impacto positivo das pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas envolvendo a linguagem teatral em  processos que apresentem<span>\u00a0 <\/span>resultados que  se distanciem da pr\u00e1tica pedag\u00f3gica tradicional, utilizando a linguagem  art\u00edstica na sala de aula.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Como alcan\u00e7ar as significa\u00e7\u00f5es, as  recorr\u00eancias, as met\u00e1foras, as elipses, as redund\u00e2ncias e as aus\u00eancias<span>\u00a0 <\/span>que aparecem em textos teatrais, como  relacionar o texto dram\u00e1tico com o<span>\u00a0  <\/span>escrito e o representado, como conciliar o texto principal e o texto  secund\u00e1rio e as formas de<span>\u00a0 <\/span>ensino,  especialmente o de l\u00edngua e literatura?<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Sendo a arte um fen\u00f4meno comum a  todas as culturas e a linguagem<span>\u00a0 <\/span>o  instrumento de ordena\u00e7\u00e3o da vida humana no tempo e no espa\u00e7o, juntas deixaram a  caverna e ganharam o mundo, multiplicaram-se desde os primeiros desenhos  (linguagem em forma de arte ou arte em forma de linguagem?) e permitiram ao  homem se relacionar com os eventos do mundo. Nasce a palavra escrita, sempre  renovada e avassaladora, que servir\u00e1 como suporte em campos art\u00edsticos ou  cient\u00edficos, garantindo-lhes, tamb\u00e9m, o registro.<span>\u00a0 <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>O texto dram\u00e1tico, quando n\u00e3o  representado, torna-se \u201cin\u00fatil\u201de amb\u00edguo, n\u00e3o pela forma ou pelo conte\u00fado, e  sim, por n\u00e3o conseguir alcan\u00e7ar a estrutura sobreposta das significa\u00e7\u00f5es,  atrav\u00e9s da representa\u00e7\u00e3o. Se a palavra em quest\u00e3o (o texto c\u00eanico) n\u00e3o<span>\u00a0 <\/span>for absorvida, haver\u00e1 exclus\u00e3o e nega\u00e7\u00e3o  entre o texto escrito e o texto que deveria tornar-se representa\u00e7\u00e3o. Nega\u00e7\u00e3o e  exclus\u00e3o s\u00f3 se concretizam se n\u00e3o forem decompostas as virtualidades simb\u00f3licas  incrustradas em cada texto, resultado de uma explicita\u00e7\u00e3o da arte, por  interm\u00e9dio linguagem po\u00e9tica e representativa.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>No teatro e na escola, cada fala  apresentar-se-\u00e1 situada entre alternativas de express\u00e3o esquem\u00e1tica, definida e  ordenada, onde cada determina\u00e7\u00e3o corresponde a uma designa\u00e7\u00e3o em cena ou a  resultados do processo ensino-aprendizagem.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Entrela\u00e7ados, os elementos essenciais  e as diversas formas de linguagens, no teatro e na escola, sobem ao palco, no  entanto, s\u00f3 a palavra se multiplica e se divide, porque o texto de teatro \u00e9  \u201crepartido\u201d entre protagonistas, antagonistas, \u201cpontas\u201d, diretores, roteirista,  iluminador, sonoplasta e<span>\u00a0 <\/span>contra-regra.  Destrona-se a palavra sem prescindir-lhe a import\u00e2ncia, uma vez que<span>\u00a0 <\/span>o texto principal<span>\u00a0 <\/span>\u00e9 somado a outro(s) textos. H\u00e1 o roteiro, as marca\u00e7\u00f5es de cena,  h\u00e1 o \u201cstory<span>\u00a0 <\/span>board\u201d, h\u00e1 o di\u00e1logo  primordial<span>\u00a0 <\/span>do texto e o di\u00e1logo  paralelo ao texto teatral,<span>\u00a0 <\/span>entre a  dire\u00e7\u00e3o e sua equipe. Deste modo, a fala \u00e9 reinventada, e mais, este texto n\u00e3o  ser\u00e1 apenas lido, para se fazer valer dever\u00e1 ser representado e sentido por uns  e ouvido e sentido por outros, e mais ainda, cont\u00e9m as indica\u00e7\u00f5es c\u00eanicas  (secund\u00e1rio) e esclarece a a\u00e7\u00e3o dos personagens (principal) e d\u00e1 sentido a seus  discursos;<span>\u00a0 <\/span>permite a materializa\u00e7\u00e3o do  espet\u00e1culo (invis\u00edvel e ileg\u00edvel), e mais, muito mais, \u00e9 um texto enriquecido  pela nota\u00e7\u00e3o afetiva, emocional, coloquial e de sensibilidade, por tudo isto e  muito mais, o texto c\u00eanico \u00e9 tamb\u00e9m conhecido como <em>texto<\/em> <em>espetacular<\/em>.<span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>No teatro (no cinema, na  televis\u00e3o),<span>\u00a0 <\/span>existe um texto nuclear que  gera outros textos, poetizados pelo contexto dram\u00e1tico, \u00e0s vezes estes textos  s\u00e3o<span>\u00a0 <\/span>criados por situa\u00e7\u00f5es arbitr\u00e1rias,  que se potencializam por meio de diversos artif\u00edcios como a associa\u00e7\u00e3o  imag\u00edstica nascida de estados sens\u00f3rio- visuais, por exemplo, pelo olhar que \u00e9  lan\u00e7ado sobre uma<span>\u00a0 <\/span>imagem do que<span>\u00a0 <\/span>j\u00e1 est\u00e1 nomeado pelo autor do texto e que<span>\u00a0 <\/span>pode ser modificado mediante uma ila\u00e7\u00e3o  vision\u00e1ria do diretor, e desse<span>\u00a0 <\/span>modo,  ganhar\u00e1 uma nova express\u00e3o simb\u00f3lica, acontecendo, ent\u00e3o, a repoetiza\u00e7\u00e3o da  palavra.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>A palavra nomeada dilata-se no texto  dram\u00e1tico, num processo artesanal, com a finalidade de captar tudo aquilo que  se quer expressar pela encena\u00e7\u00e3o teatral; a palavra \u00e9 constru\u00edda, reformulada  e, depois de tanta lapida\u00e7\u00e3o, transforma-se em uma unidade: o texto dram\u00e1tico,  ainda assim o texto n\u00e3o estar\u00e1 e nem ser\u00e1 aprisionado, pois outras pessoas e\/ou  outros momentos poder\u00e3o dar-lhe novos sentidos, novas apar\u00eancias, mas o  importante \u00e9 que nunca lhe roubem a ess\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Comunicar significa transmitir  conceitos e o texto de sala de aula une a forma especial de linguagem:  conceitua, registra, expressa a vida, sentimentos, permite vivenciamentos e  experimenta\u00e7\u00f5es, pode ser apenas lido, pode tamb\u00e9m ser falado ou representado,  e a palavra escrita ou falada em sala de aula deve ser decodificada por sua  plat\u00e9ia (alunos) para que o professor realmente cumpra o seu papel. A  palavra<span>\u00a0 <\/span>deve ainda estabelecer uma  rela\u00e7\u00e3o significativa e<span>\u00a0 <\/span>fundamental  entre<span>\u00a0 <\/span>c\u00f3digos, s\u00edmbolos<span>\u00a0 <\/span>e o texto e entre o professor e o aluno.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Atrav\u00e9s dos meandros da linguagem, o  professor multiplica, rev\u00ea,<span>\u00a0 <\/span>revisiona,  depura a palavra, exp\u00f5e e confronta linguagens, tirando o m\u00e1ximo que ela possa  exprimir, quando necess\u00e1rio, espreme-a,<span>\u00a0  <\/span>tira-lhe o sumo, pois sabe que a palavra \u00e9 capaz de se recompor, para,  numa pr\u00f3xima aula, voltar como fruto amadurecido, cheio de sabores e de cores,  a escorrer lentamente pela boca do professor. \u00c9<span>\u00a0 <\/span>preciso cativar a plat\u00e9ia.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>A linguagem teatral ser\u00e1 o suporte e  o espelho amb\u00edguo atrav\u00e9s do qual o bin\u00f4mio ensino- aprendizagem se transfere  do professor para o aluno e vice-versa. A palavra sem dono, astuta, agu\u00e7ar\u00e1 a  imagina\u00e7\u00e3o do aluno, e o professor sabe que sua aventura e a do aluno se d\u00e1, na  maioria das vezes,<span>\u00a0 <\/span>por interm\u00e9dio da  palavra. O texto ancorado deve ser insepar\u00e1vel do modo como ambos se entregam  e, certamente,<span>\u00a0 <\/span>o sucesso deste processo  muito depender\u00e1 de como o professor se comunica com a turma.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; line-height: 150%\" class=\"MsoBodyText2\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>Esta amb\u00edgua liberdade e este duplo  aprisionamento<span>\u00a0 <\/span>da palavra, pelo  professor e pelo aluno, defendem sua autenticidade em cada aula ministrada e a  palavra<span>\u00a0 <\/span>renasce tal qual Phoenix, para  que o texto did\u00e1tico reproduza<span>\u00a0 <\/span>o brilho  de seu sentido total, para,<span>\u00a0 <\/span>unida ao  gesto, \u00e0s express\u00f5es, \u00e0 encena\u00e7\u00e3o do professor, ligar emo\u00e7\u00f5es (professor\/aluno)  e, ent\u00e3o,<span>\u00a0 <\/span>ambos partilhar\u00e3o deste  banquete, degustando palavras vis\u00edveis ou invis\u00edveis, \u201cleg\u00edveis e ileg\u00edveis\u201d,  numa tentativa de se (re)adquirir realidades e fantasias, minimizando ou  maximizando vozes, descentralizando vozes individuais; destaca-se a palavra  reveladora e desveladora, a palavra do aluno e para o aluno,<span>\u00a0 <\/span>acopalada \u00e0 palavra do ator, do diretor e do  professor.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 32.55pt; line-height: 150%\" class=\"MsoNormal\"><span>M&#8230;. PRA VOC\u00caS!<\/span><strong><em> <\/em><\/strong>Esta express\u00e3o, particularizada por  grupos art\u00edsticos, especialmente os grupos<span>\u00a0  <\/span>de<span>\u00a0 <\/span>teatro, \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o  textual e<span>\u00a0 <\/span>simb\u00f3lica, portanto,  quando<span>\u00a0 <\/span>inserida em \u00e1rea contextualizada  e dentro de um<span>\u00a0 <\/span>campo associativo,  sua<span>\u00a0 <\/span>significa\u00e7\u00e3o se mostra com clareza  no interior do grupo, embora haja<span>\u00a0 <\/span>uma  transfigura\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica fant\u00e1stica, envolvendo-a. Os espet\u00e1culos v\u00e3o come\u00e7ar,  recome\u00e7ar<span>\u00a0 <\/span>ou v\u00e3o continuar, e o que  podemos desejar a todos \u00e9 &#8230;<span>\u00a0 <\/span><em>M&#8230;. PRA VOC\u00caS!<\/em><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 32.55pt; line-height: 150%\" class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 32.55pt; line-height: 150%\" class=\"MsoNormal\">(UFF \u2013 2006 \u2013 apresentado por S\u00d4NIA MOURA)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A LINGUAGEM E O ENSINO (Autoria:S\u00d4NIA MOURA) &nbsp; \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tomando como as principais correntes dos estudos ling\u00fc\u00edsticos,\u00a0 a gram\u00e1tica tradicional, o estruturalismo e a ling\u00fc\u00edstica da enuncia\u00e7\u00e3o, podemos\u00a0 definir a linguagem como express\u00e3o de pensamento, instrumento de comunica\u00e7\u00e3o, modo de intera\u00e7\u00e3o e\/ou representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica, sem perder de vista o sujeito do discurso, as identidades individuais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false},"categories":[6],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pmZuW-fx","jetpack-related-posts":[{"id":540,"url":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=540","url_meta":{"origin":963,"position":0},"title":"O ESPET\u00c1CULO DA PALAVRA","date":"9 dezembro 2008","format":false,"excerpt":"\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 O ESPET\u00c1CULO DA PALAVRA [Autoria: S\u00f4nia Moura] A palavra texto\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ensaios&quot;","img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1681,"url":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=1681","url_meta":{"origin":963,"position":1},"title":"S\u00cdMBOLOS - IMAGENS PRIVILEGIADAS - parte III","date":"12 novembro 2011","format":false,"excerpt":"S\u00cdMBOLOS - IMAGENS PRIVILEGIADAS - parte III [por S\u00d4NIA MOURA] Por sua habilidade e poder de resson\u00e2ncia e por ser assistem\u00e1tico, o s\u00edmbolo transforma o particular em geral, o \u00fanico em muitos, por isto tem a capacidade de evocar o ausente, o que d\u00e1 ao pensamento simb\u00f3lico poderes para, atrav\u00e9s\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ensaios&quot;","img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2317,"url":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=2317","url_meta":{"origin":963,"position":2},"title":"Tatuagem (Brev\u00ed\u00ed\u00ed\u00ed\u00edssiiiimo relato)","date":"7 setembro 2015","format":false,"excerpt":"A tatuagem, como forma de express\u00e3o, de comunica\u00e7\u00e3o e de linguagem, \u00e9 representada por s\u00edmbolos de bravura, nobreza, rebeldia, divindade ou simples adornos corporais e est\u00e3o em homens e mulheres desde os prim\u00f3rdios da civiliza\u00e7\u00e3o. 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