{"id":1862,"date":"2012-10-18T08:12:13","date_gmt":"2012-10-18T12:12:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=1862"},"modified":"2012-10-18T08:35:21","modified_gmt":"2012-10-18T12:35:21","slug":"romance-o-delfim-de-jose-cardoso-pires-breve-analise","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=1862","title":{"rendered":"Romance O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires &#8211; breve an\u00e1lise"},"content":{"rendered":"<p><a title=\"O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires - breve an\u00e1lise\" href=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/o-delfim-jose-cardoso-pires-bons-livros-para-ler1.jpg\"><img alt=\"O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires - breve an\u00e1lise\" src=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/o-delfim-jose-cardoso-pires-bons-livros-para-ler1.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>ATENDENDO A UM PEDIDO, SEGUE:<\/p>\n<h1>Romance O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires &#8211; breve an\u00e1lise<\/h1>\n<p>\u00b7\tS\u00edntese aleg\u00f3rica<br \/>\n\u00b7\tAlegoria &#8211; \u00e9 uma s\u00e9rie cont\u00ednua de met\u00e1foras para revelar um sentido oculto. Refere-se mais ao mundo abstrato e espiritual que ao concreto. \u00c9 a express\u00e3o cont\u00ednua de uma s\u00e9rie de imagens ou met\u00e1foras de modo que as id\u00e9ias e imagens se correspondem uma a uma<br \/>\n\u00b7\tS\u00edntese aleg\u00f3rica de sua significa\u00e7\u00e3o global: a onipresen\u00e7a da LAGOA (dinamismo vital ) &#8211; que atrai obsessivamente a aten\u00e7\u00e3o do narrador.<\/p>\n<p>\u00b7\tRecupera\u00e7\u00e3o: o Fato e o Tempo  (tentativa)<br \/>\n\u00b7\tAbstra\u00e7\u00e3o e atemporalidade<br \/>\n\u00b7\tPresente &#8220;intemporal&#8221;<br \/>\n\u00b7\tPassado e Futuro nivelados , anulando diferen\u00e7as dentro da circularidade temporal.<br \/>\n\u00b7\tNarrativa estruturada atrav\u00e9s das recorda\u00e7\u00f5es do narrador personagem.<br \/>\n\u00b7\tRomance do pr\u00f3prio romance.<br \/>\n\u00b7\tRealidade circundante da qual o escritor \u00e9 espectador.<br \/>\n\u00b7\tConsci\u00eancia cr\u00edtica {passa a funcionar como um antinarrador &#8211; aquele que v\u00ea de fora, critica e julga o que o &#8220;outro&#8221; est\u00e1 narrando.}<br \/>\n\u00b7\tVerdade \u00e9 posta em d\u00favida<br \/>\n\u00b7\tDuplicidade \u00e0 ambiguidade  *  narrador  declarado dos fatos &#8211; o que deveria assegurar- nos a objetividade e o esclarecimento total do narrado, transforma-se em elemento provocador da ambiguidade essencial.<br \/>\n\u00b7\tNarrativa (toda ela) apoiada no &#8220;suspense&#8221; de intriga policial.<br \/>\n\u00b7\tUltrapassa as fronteiras do realismo cr\u00edtico &#8211; passando por rigoroso contorno pol\u00edtico-social.<br \/>\n\u00b7\tRealismo dial\u00e9tico  transformando-se em realismo m\u00e1gico.<br \/>\n\u00b7\tDI\u00c1LOGO *papel preponderante<br \/>\n\u00b7\tRegistro de gestos e atitudes<br \/>\n\u00b7\tJos\u00e9 Cardoso Pires sempre situou suas hist\u00f3rias num tempo e num espa\u00e7o bem definidos  &#8211; Portugal  &#8211; p\u00f3s-45<br \/>\n\u00b7\tO Documental regionalista, a historicidade projetam-se num plano m\u00edtico.<br \/>\n\u00b7\tCristaliza\u00e7\u00e3o temporal x  tempo c\u00edclico; tempo est\u00e1tico  x  tempo din\u00e2mico.<br \/>\n\u00b7\tFus\u00e3o da preocupa\u00e7\u00e3o realista-ideol\u00f3gica (=a consci\u00eancia social criada pelo neo-realismo) com a preocupa\u00e7\u00e3o est\u00e9tico-criadora (= consci\u00eancia da linguagem, como inven\u00e7\u00e3o, como elemento b\u00e1sico na cria\u00e7\u00e3o da fic\u00e7\u00e3o).<br \/>\n\u00b7\tPostura realista (Persiste) &#8211; &#8220;nasce&#8221;um novo tratamento, o autor submete a palavra est\u00e9tica, dilui a objetividade narrativa em tal imprecis\u00e3o de contornos, que o conhecimento direto e objetivo dos fatos narrados torna-se inteiramente imposs\u00edvel ao leitor.<br \/>\n\u00b7\tRomance de a\u00e7\u00e3o privilegiada- n\u00edvel da f\u00e1bula<br \/>\n\u00b7\tRomance de espa\u00e7o (social ou psicol\u00f3gico) &#8211; confere \u00e0 f\u00e1bula import\u00e2ncia reduzida.<br \/>\n\u00b7\tReupera\u00e7\u00e3o pela mem\u00f3ria dos momentos ( um ano antes)<br \/>\n\u00b7\tFatos concretos emergem ao plano da narrativa atrav\u00e9s da experi\u00eancia interior do narrador-personagem =interioridade evocada constantemente em lugar de se constituir em um marco de objetividade na recupera\u00e7\u00e3o do vivido (como \u00e9 normal na postura memorialista tradicional) o que faz \u00e9 anular todas as reais possibilidades de concretiza\u00e7\u00e3o dos fatos.<br \/>\n\u00b7\tConcreto x abstrato<br \/>\n\u00b7\tJogo temporal: presente x passado x futuro &#8211; subverte a ordem cronol\u00f3gica dos acontecimentos &#8211; tempo fragmentado, ent\u00e3o, atrav\u00e9s da mem\u00f3ria, constr\u00f3i o presente da narrativa.<br \/>\n\u00b7\t&#8220;Pistas&#8221;para a compreens\u00e3o (romance policial * nouveau roman)<br \/>\n\u00b7\tF\u00e1bula (&#8220;hist\u00f3ria exemplar&#8221;) &#8211; substitu\u00edda por dimens\u00e3o aleg\u00f3rica &#8211; alegoria n\u00e3o pretende transmitir verdades, mas apenas &#8220;sugerir&#8221;realidades ocultas.<br \/>\n\u00b7\tCerteza x incerteza.<br \/>\n\u00b7\tNarrativa afirmativa x narrativa indagativa<br \/>\n\u00b7\tA escrita e a oralidade.<br \/>\n\u00b7\tEnigma indecifrado &#8211; lenda   * s\u00edmbolo, met\u00e1fora= neblina*<br \/>\n\u00b7\tAlter ego x autor impl\u00edcito x autor expl\u00edcito<br \/>\n\u00b7\tAssass\u00ednio ? suic\u00eddio?<br \/>\n\u00b7\tTruques.<br \/>\n\u00b7\tRealista (sem ser neo-realista).<br \/>\n\u00b7\tLuta de classes.<br \/>\n\u00b7\tVerossimilhan\u00e7a da ambig\u00fcidade.<br \/>\n\u00b7\tLinguagem reduzida a seus elementos essenciais.<br \/>\n\u00b7\tLinhas cruzadas.<\/p>\n<p>\u00b7\tEfabula\u00e7\u00e3o    F\u00c1BULA x  intriga, (  trama)  &#8211; dicotomia conceptual (W.Propp e Roland Barthes)     F\u00c1BULA &#8211; corresponde ao material pr\u00e9-liter\u00e1rio que vai ser elaborado  e transformado em intriga; estrutura compositiva j\u00e1 especificamnete liter\u00e1ria.   F\u00c1BULA &#8211; resulta do ordenamento l\u00f3gico e cronol\u00f3gico dos motivos nucleares que, pelo seu car\u00e1ter din\u00e2mico, assegura a progress\u00e3o regular e coes\u00e3o dos acontecimentos narrados.   F\u00c1BULA &#8211; mythos de Arist\u00f3teles<br \/>\n\u00b7\tHist\u00f3ria (story) x Plot (E.M.Forster):<br \/>\n\u00b7\tHist\u00f3ria(diegese) = O rei morreu e em seguida morreu a rainha.(Seq\u00fc\u00eancia de eventos temporalmente ordenados que suscitam no leitor\/ouvinte o desejo de saber o que vai acontecer .)<br \/>\n\u00b7\tPlot = O rei morreu e depois a rainha morreu de desgosto.( o plot envolve mist\u00e9rio e surpresa, desencadeia a participa\u00e7\u00e3o inteligente da inst\u00e2ncia receptora, mobiliza a sua mem\u00f3ria.<br \/>\n\u00b7\t\tA DIFEREN\u00c7A ESSENCIAL RESIDE NO PESO DIVERSO DOS PAR\u00c2METROS  TEMPO e CAUSALIDADE.<br \/>\n\u00b7\tIntriga(trama) pertence a um plano de oraganiza\u00e7\u00e3o macroestrutural do texto narrativo e caracteriza-se pela apresenta\u00e7\u00e3o dos eventos segundo determinadas estrat\u00e9gias discursivas j\u00e1 especificamente liter\u00e1rias. Provoca o estranhamento, chamando a atn\u00e7\u00e3o para a percep\u00e7\u00e3o de uma forma.<\/p>\n<h1>(UFF &#8211; 2000)<\/h1>\n<p><a href=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/delfim.JPG\" title=\"O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires - breve an\u00e1lise\"><img src=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/delfim.thumbnail.JPG\" alt=\"O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires - breve an\u00e1lise\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ATENDENDO A UM PEDIDO, SEGUE: Romance O Delfim de Jos\u00e9 Cardoso Pires &#8211; breve an\u00e1lise \u00b7 S\u00edntese aleg\u00f3rica \u00b7 Alegoria &#8211; \u00e9 uma s\u00e9rie cont\u00ednua de met\u00e1foras para revelar um sentido oculto. 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