{"id":1259,"date":"2010-06-08T16:00:33","date_gmt":"2010-06-08T20:00:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=1259"},"modified":"2010-06-08T16:02:34","modified_gmt":"2010-06-08T20:02:34","slug":"segredo-de-familia-na-estrada-sem-limite-entre-o-publico-e-o-privado","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=1259","title":{"rendered":"SEGREDO de FAM\u00cdLIA na estrada (sem) limite entre o p\u00fablico e o privado"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/06\/viagens_na_minha_terra.jpg\" title=\"SEGREDO de FAM\u00cdLIA na estrada (sem) limite entre o p\u00fablico e o privado\"><img src=\"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/06\/viagens_na_minha_terra.jpg\" alt=\"SEGREDO de FAM\u00cdLIA na estrada (sem) limite entre o p\u00fablico e o privado\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10.0pt\">SEGREDO de  FAM\u00cdLIA na estrada (sem) limite entre o p\u00fablico e o privado\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify\"><span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/span>(Autoria: <strong>S\u00f4nia  Moura<\/strong>)<\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%; tab-stops: 22.6pt\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">Tomando a Literatura como arte que  circula entre a <em>math\u00e9sis e a m\u00edmesis<\/em>  e, por meio da qual, o autor recria a linguagem e o mundo, vamos encontrar em <strong>\u201cViagens  na Minha Terra\u201d de Almeida Garret<\/strong>, narrativas que fazem, pelo vi\u00e9s das  Hist\u00f3ria\/est\u00f3ria, verifica\u00e7\u00f5es, apresenta\u00e7\u00f5es e representa\u00e7\u00f5es culturais.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">Quando a cortina do palco narrativo se abre parcialmente,  deparamo-nos com a est\u00f3ria de<span>\u00a0 <\/span>uma  fam\u00edlia sufocada por um segredo que transita nas estradas do p\u00fablico e do  privado, s\u00f3 se revelando atrav\u00e9s das viagens: da pr\u00f3pria narrativa, do  narrador, da literatura, da guerra, da migra\u00e7\u00e3o\/op\u00e7\u00e3o de Carlos, das visitas do  frei, por\u00e9m, quando a cortina \u00e9 totalmente escancarada encontramos no mesmo  espa\u00e7o, uma hist\u00f3ria de amor e a Hist\u00f3ria de Portugal.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">O denso la\u00e7o homem &#8211; mulher e as inter-rela\u00e7\u00f5es  familiares prevalecem e se somam \u00e0s quest\u00f5es amorosas e \u00e0s quest\u00f5es s\u00f3cio &#8211;  pol\u00edtico, fomentando o desejo (para o leitor) de que os segredos, presos nas  teias dos la\u00e7os de fam\u00edlia, se revelem. As comportas da represa se rompem ao  final deixando transbordar comportamentos sociais (p\u00fablico), ajudando a  estancar conflitos familiares e individuais (privado), os quais servem de  esteio \u00e0 cr\u00edtica e \u00e0 ironia narrativa.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">Na vis\u00e3o do que chega, do viajante, o Vale de Santar\u00e9m  \u00e9 um lugar privilegiado pela natureza, tudo (parecia) estar em harmonia, onde <em>as paix\u00f5es m\u00e1s, os pensamentos mesquinhos,  os pesares e as vilezas da vida n\u00e3o podem sen\u00e3o fugir para longe <\/em>(VMT p.  63), no entanto, desde os primeiros momentos, a narrativa ficcional d\u00e1 ind\u00edcios  metaf\u00f3ricos que, mais adiante, v\u00e3o, pouco a pouco revelando segredos: o  primeiro contato com a casa de Joaninha e os devaneios do viajante se d\u00e3o pela  vis\u00e3o que este tem de <em><u>uma janela meio  aberta<\/u> <\/em>(VMT p.64) de um edif\u00edcio que mal se v\u00ea&#8230;; na \u201cconversa\u201d entre  autor\/leitor(a) <em>\u2013 Porque h\u00e1 muita coisa  que a gente pensa e cr\u00ea e diz assim conversar, <u>mas que n\u00e3o ousa confessar  publicamente<\/u>, professar aberta e nomeadamente no mundo&#8230;<\/em>(VMT p. 69); a  cegueira da velha : <em>A velha era cega,  cega de gota serena&#8230;<\/em>(VMT p. 71); a presen\u00e7a da igreja, na figura Frei  Dinis, ratifica a met\u00e1fora do segredo, pois, ao padre fazemos confiss\u00e3o, e o  padre \u00e9 o guardi\u00e3o dos segredos alheios confessados (aqui, ele \u00e9 tamb\u00e9m  guardi\u00e3o do seu pr\u00f3prio segredo), a crendice e as lendas fazendo par com a  religi\u00e3o tamb\u00e9m podem ser lidas como met\u00e1foras para o segredo que se h\u00e1 de revelar:  <em>\u201cIsto fora numa Sexta- feira&#8230;<\/em> (VMT  p. 96) <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">Aliadas a estas met\u00e1foras indicadoras do segredo,  encontramos, em primeiro plano a viagem do narrador e sua tarefa n\u00e3o revelada,  a viagem e o retorno de Carlos e a carta deste para Joaninha dando destaque ao  tr\u00e2nsito do segredo nas estradas do p\u00fablico e do privado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">A barreira entre a intimidade (privado) e o p\u00fablico  anuncia-se quando n\u00e3o se mostra ou se descreve o interior da casa, todas as  formas de contato se d\u00e3o do lado de fora da casa: <em>\u00c0 porta dessa casa, entre o arvoredo, estava sentada uma velhinha&#8230;<\/em>(VMT  p. 70), o padre que n\u00e3o entra mais em casa (na Sexta-feira fat\u00eddica dona  Francisca fechou-se com o padre (VMT p. 96), o neto Carlos tamb\u00e9m n\u00e3o <em>\u2013 Minha av\u00f3!<span>\u00a0 <\/span>&#8211; acrescentou Carlos, mudando de voz e chamando para dentro \u2013  Minha av\u00f3! <\/em>(VMT p. 99), tudo coloca o segredo de fam\u00edlia e o seu  desvelamento para o leitor nas fronteiras do p\u00fablico e do privado (quintal).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">A inclus\u00e3o da duplicidade como c\u00famplice do segredo: a  figura feminina \u2013 dona Francisca &#8211;&gt; <u><span>av\u00f3\/m\u00e3e<\/span><\/u>, sua cegueira<strong> <\/strong>reprisa  o destino de \u00c9dipo que furou voluntariamente os pr\u00f3prios olhos, como expia\u00e7\u00e3o  de seu <u><span>duplo<\/span><\/u> crime, a  velha fica cega\u201d pelo duplo crime alheio, a dupla <u><span>Georgina e Joaninha<\/span><\/u> \u2013 mulheres que, atrav\u00e9s da fuga (convento,  loucura e morte), levam consigo <u><span>segredos  do amor imposs\u00edvel<\/span><\/u> e a <u><span>mulher-  leitora<\/span><\/u> \u00e0 qual o narrador se dirige e para quem o <u><span>segredo do romance<\/span><\/u> \u00e9 tamb\u00e9m  revelado. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">A representa\u00e7\u00e3o do duplo destaca-se na figura de frei  Dinis (Dinis Ata\u00edde) o <em>austero guardi\u00e3o  de S\u00e3o Francisco de Santar\u00e9m <\/em>(VMT p.77), vivendo no mosteiro, no  recolhimento, faz parte do ambiente privado, \u00e9 confessor que tamb\u00e9m confessa, \u00e9  padre e pai (embora etimologicamente a raiz seja a mesma, na pr\u00e1tica social h\u00e1  o distanciamento de fun\u00e7\u00f5es), \u00e9 o guardi\u00e3o dos segredos, do segredo dentro do  segredo: do seu segredo e \u00e9 part\u00edcipe dos segredos de uma fam\u00edlia, da qual, por  remorso e por justi\u00e7a, ele \u00e9 o provedor: \u201c &#8230;<em>o p\u00e3o que aqui se come&#8230;\u00e9 comprado por um pre\u00e7o..\u201d.<\/em>(VMT p.99) e,  ao mesmo tempo, o respons\u00e1vel pela desestrutura do equil\u00edbrio familiar: \u201c<em>&#8230;parecia o fado mau<span>\u00a0 <\/span>daquela velha, de toda a sua fam\u00edlia; o  c\u00famplice e o verdugo de um crime; um ser de mist\u00e9rio e de terror\u201d. <\/em>(VMT p.  129).<strong> <\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">O privado, mesmo estando centrado na fam\u00edlia,  especialmente na fam\u00edlia nuclear que acaba de se formar, no s\u00e9culo XIX, n\u00e3o  consegue impedir que o indiv\u00edduo envolvido pelos fios deste per\u00edodo hist\u00f3rico  (liberalismo, individualismo) e deste per\u00edodo art\u00edstico- liter\u00e1rio (Romantismo)  se rebele e busque tra\u00e7ar o seu destino. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">Afastando-se do seio familiar, afastando-se de suas  imposi\u00e7\u00f5es, dos seus segredos, Carlos, ao sair para guerrear, e depois,  tornando-se bar\u00e3o e abrindo m\u00e3o de constituir uma fam\u00edlia <em>\u201cEu renuncio para sempre ao lar dom\u00e9stico, a tudo quanto quis, a tudo  quanto posso querer.\u201d<\/em>(VMT 248), afasta-se do centro \u2013 a fam\u00edlia &#8211; e passa a  viver \u00e0 margem, passa a fazer parte da \u201cperiferia\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">O desejo de mudan\u00e7a, o desejo de emigrar (Carlos), de  afastar-se da casa \u2013 s\u00edmbolo maior da fam\u00edlia &#8211; tamb\u00e9m est\u00e1 preso ao segredo  familiar; percebe-se que<span>\u00a0 <\/span>Carlos j\u00e1  sabia parte do segredo, conseguira ver pela janela entreaberta, e ao longo da  narrativa, todo o segredo vai-se revelando lentamente, ora no \u00e2mbito privado,  num di\u00e1logo entre Frei Dinis e Carlos:<span>\u00a0  <\/span>\u201c<em>Porque sempre desconfiei, por que  sei enfim&#8230;\/ &#8211; Sei padre frei Dinis, mas n\u00e3o me pergunte o que eu sei.\u201d<\/em>(VMT  p. 98\/99) e no \u00e2mbito p\u00fablico <em>\u201c- \u00c9 uma  tal parentela enrevezada a dessa gente da casa do vale!&#8230; Dizem coisas por a\u00ed,  que se eu as entendo!&#8230;E h\u00e1 um frade no caso, j\u00e1 se sabe&#8230;\u201d<\/em>\/ <em>\u201c- Isso! Hoje \u00edamos matando o nosso capit\u00e3o,  por instantes. Ora agora, se lhe matas o tio, ou o pai, ou o quer que \u00e9&#8230;\u201d <\/em>(VMT  p.122).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">A revela\u00e7\u00e3o total do segredo familiar acontece no  cap\u00edtulo 35, e, em seguida no cap\u00edtulo 49, revela-se tamb\u00e9m o segredo de  Carlos, seu cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 morto, mas seu bolso est\u00e1 vivo, muito vivo: Carlos,  agora \u00e9 bar\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">Ent\u00e3o, vale dizer que, tornado texto, o<em> segredo de fam\u00edlia<\/em> agora pertence ao  espa\u00e7o da literatura, pertence \u00e0 hist\u00f3ria e h\u00e1 de transitar <em><span>na  estrada (sem) limite entre o p\u00fablico e o privado.<\/span><\/em><\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/h2>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">GARRET, Almeida. <u>Viagens na minha Terra.<\/u> S\u00e3o  Paulo: Martin Claret, 2003.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span lang=\"EN-US\" style=\"font-size: 10.0pt\">CHEVALIER, Jean e  GHEERBRANT, Alain. <\/span><u><span style=\"font-size: 10.0pt\">Dicion\u00e1rio dos  S\u00edmbolos.<\/span><\/u><span style=\"font-size: 10.0pt\"> Rio de Janeiro: Jos\u00e9  Ol\u00edmpio, 1989.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyTextIndent\" style=\"text-indent: 0cm; line-height: 150%\"><span style=\"font-size: 10.0pt\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: 'Monotype Corsiva'\">(*VMT = Viagens na  Minha Terra)<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify\"><strong><span style=\"font-size: 11pt; font-family: 'Monotype Corsiva'\">S\u00f4nia Moura &#8211;  Trabalho apresentado em 2004 \u2013 Universidade Federal Fluminense<\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 SEGREDO de FAM\u00cdLIA na estrada (sem) limite entre o p\u00fablico e o privado\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (Autoria: S\u00f4nia Moura) Tomando a Literatura como arte que circula entre a math\u00e9sis e a m\u00edmesis e, por meio da qual, o autor recria a linguagem e o mundo, vamos encontrar em \u201cViagens na Minha Terra\u201d de Almeida Garret, narrativas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false},"categories":[6],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pmZuW-kj","jetpack-related-posts":[{"id":324,"url":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=324","url_meta":{"origin":1259,"position":0},"title":"DUAS FAM\u00cdLIAS EM \"A  CAVERNA\" DE SARAMAGO","date":"20 agosto 2008","format":false,"excerpt":"\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 DUAS FAM\u00cdLIAS NA CAVERNA\u00a0 Um breve estudo sobre a fam\u00edlia de A Caverna, de Jos\u00e9 Saramago - [Autoria: S\u00d4NIA MOURA] Em A Caverna, Saramago nos traz o modelo da fam\u00edlia portuguesa do s\u00e9c.\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ensaios&quot;","img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":367,"url":"http:\/\/www.soniamoura.com.br\/?p=367","url_meta":{"origin":1259,"position":1},"title":"O SEGREDO e O NINJA","date":"21 setembro 2008","format":false,"excerpt":"O Segredo e o Ninja (autoria S\u00f4nia Moura) Assistindo a um programa de televis\u00e3o, no qual, crian\u00e7as davam significa\u00e7\u00f5es e significados a palavras, \u00a0muitas foram as defini\u00e7\u00f5es interessantes, mas, uma delas \u00a0sobressaiu-se. 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